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Fantasias sexuais por um prisma da psicologia


Fantasias sexuais por um prisma da psicologia

Qualquer abordagem sobre esse, tema levanta certa ambigüidade e se por um lado desperta o desejo e curiosidade, por outro leva o indivíduo a pensar em algo proibido, que deve ser privado de qualquer tipo de pensamento.

Mas o que é uma fantasia sexual?

Podemos conceituar como fantasia, tudo aquilo que não se realiza, eu não acontece na realidade. Ao aplicar esse conceito ao sexo, tudo que pensamos em concretizar no ato sexual pode ser considerado  como fantasia sexual.

Individualmente cada um fantasia de maneira diferente, essa variação é devida ás experiências ou inexperiências da vida, ou seja, situações nas quais o indivíduo já vivenciou ou não, e o que permanece em sua “cabeça” é aquilo que proporciona prazer. A fantasia reproduz nossos desejos e vontades conscientes e inconscientes. Nesse “faz de conta”, tudo é valido, não havendo limites para o que se imagina fazer como próprio sexo.

Porém a expressão desses desejos secretos são reprimidos por diversos fatores culturais, como por exemplo, determinado  ocupação social, seja nos campos profissionais ou familiares. Então fatores relacionados a essa identidade, determinam que algumas dessas vontades não possam acontecer, como uma auto censura acatada pelo indivíduo e que foi imposta pelos tabus culturais.

A fantasia sexual é algo comum e presente na vida dos casais, faz parte da sexualidade na vida adulta e é considerada saudável na medida em que, na imaginação pode se vivenciar nas  mais variadas situações, tornando a relação mais excitante, mesmo que todos os pensamentos não se concretizem .

É valido lembrar que homens e mulheres pensam e sentem de forma diferenciada, as mulheres tendem a fantasiar envolvendo emoções e afeto, se fosse comparar com um filme, poderia se dizer que este seria romântico e erótico. Já os homens fantasiam sem muito amor e emoções duradouras, comparando com um filme, este seria pornográfico, pois as fantasias masculinas são mais claras e diretas.

O perigo em fantasiar, pode ocorrer em casos nos quais o indivíduo confunda a imaginação e o real, ou ainda colocar o sonho acima da realidade

 

Por Alessandra Rosa André (psicóloga)

CRP 06/56708-5


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Dra. Alessandra Rosa Andre
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